quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Quinta do caos: Compartilhar x piratear!

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Começo propondo uma discussão informal e solicitando sua opinião em relação ao seguinte questionamento: pra você, compartilhamento de música na internet é crime?
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Li que em 2006 foi divulgado pela IFPI - Federação Internacional da Indústria Fonográfica - que dentre os oito mil processos existentes no mundo decorrentes de compartilhamento de música de forma "ilegal" na internet (de 2004 pra cá), 20 deles estão sendo movidos contra brasileiros. Lógico, é um número bem pequeno se comparado com o total geral das ações, mas, por outro lado, sinaliza também que o  Brasil  já faz parte oficialmente do ranking dos países monitorados pelo órgão - um motivo e tanto para lamentarmos. Segundo dados  apontados em  pesquisas, hoje representamos pelo menos 5% desse universo de "ilegais" no mundo.



Na verdade, a idéia desse post nasceu ao observar - e refletir -  a naturalidade com que compartilhamos, por exemplo, poemas e textos em geral. Ninguém se importa! Até porque - quase - sempre o fazemos em nome da cultura, do conhecimento, da divulgação etc. Porque a literatura está livre pra cumprir o seu papel e a música não tem o mesmo direito? Porque é que eu posso divulgar publicamente um poema que me emociona, mas preciso restringir ao meu bel prazer uma canção que me toca profundamente? A resposta deve ser bem objetiva: milhões de dólares em jogo... dinheiro... money! Contudo, insistentemente questiono: desde quando a emoção tem preço?


Sim, ok, sabemos que existem custos muito altos para se produzir, gravar, remixar etc. Os preços exorbitantes desses produtos - que acabaram desencadiando e fortalecendo o movimento da pirataria - mostram isso. Mas se é assim, se a justificativa é monetária, porque então é mais aceitável aos olhos das autoridades e afins, verem trabalhos primorosos sendo vergonhosamente vendidos a menos de R$3,00  nas ruas desse país? Banalizados, sem capa, sem créditos, sem dignidade. Considero muito mais ofensivo a qualquer artista e/ou gravadora alguém pagar um valor desses a um esperto qualquer (que ainda por cima contribui com o crime organizado) do que o ato de baixar músicas pela internet na intenção de conhecer melhor determinado trabalho, determinado cantor... no meu caso e de  muitas pessoas que conheço, isso  ajuda muito no despertar de novos interesses e gerar aquisições "legais".



Artistas de todas as partes do mundo dialogam em relação ao assunto. Alguns se posicionam publicamente contra a punição de usuários - como os membros da banda Pink Floyd, por exemplo. Outros se mostram terminantemente a favor, como no caso da cantora britânica Lily Allen, que  atualmente vive o seu melhor momento artístico e causou polêmica com suas recentes declarações. Em uma de suas entrevistas, declarou: "Acho que a pirataria na música está provocando um efeito perigoso na música britânica, mas alguns artistas realmente ricos e bem-sucedidos como Nick Mason, do Pink Floyd, e Ed O'Brien, do Radiohead, parecem não achar a mesma coisa" (leia aqui a matéria completa). Pelo que entendi, ela se refere basicamente ao comprometimento dos lucros que seriam essenciais para continuidade de qualquer carreira! Considera o movimento "download" uma grande praga e que por isso mesmo merece ser erradicado.



Recentemente assisti a uma entrevista da cantora Daniela Mercury - outra que se mostra aparentemente favorável ao compartilhamento virtual -, cuja colocação achei oportuna para o debate de hoje! Lembrou que já passamos por muitos momentos de insegurança - fonograficamente falando -, e lembrou que com o surgimento das rádios, uma polêmica semelhante foi gerada na época. Acreditava-se que a divulgação gratuita de músicas nas programações acarretaria em prejuízos para as gravadoras, visto que os ouvintes poderiam ter acesso as mesmas gratuitamente e não só através da aquisição do LP (Quem é que não esperou ansioso sua música tocar, com a fita K-7 em ponto de bala, pronto para clicar no "rec" do seu gravador , hein?). No entanto, no fim das contas as rádios só cumpriram a missão de divulgar novos trabalhos, lançar tantos outros talentos e criar hit´sOu seja, apesar das evidências, nem sempre uma mudança traz apenas o lado negativo.
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No meu caso, agora falando como consumidor assíduo vários tipos de mídia a muito anos (estou falando desde LP´s e  fitas k-7 até DVD´s, todos originais), posso afirmar que, baixar eventualmente músicas na net em nada diminui esse meu interesse por novas aquisições. Consumo música por prazer, mais, por necessidade, e sendo assim estou a favor de tudo que possa expandi-la, que possa torná-la mais acessível, porque as canções  e a poesia costumam ter  vida própria e no fim das contas não pertencem a ninguém (e ao mesmo tempo a todos aqueles que com ela se identifiquem).




 Vejo que os verdadeiros amantes da boa música não podem ser encarados como ameaças! Além do que, não acredito que seja possível enfraquecer ou controlar o crescimento desse movimento que é global e indeterminado chamado: avanço tecnológico! Tantos outros fatores necessitam de maior atenção das autoridades competentes... os verdadeiros criminosos não estão fazendo downloads ou disponibilizando mídias gratuitamente na rede, estão ganhando dinheiro dispudoradamente com o esforço alheio.
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E VOCÊ, O QUE PENSA SOBRE ISSO? Por último, reproduzo o ponto de vista de um especialista no assunto, Silvio Meira, cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife. Ele disse:  “Aberta a Caixa de Pandora, não há como fechar. As viúvas das gravadoras, da escassez, têm que começar a construir o próximo modelo, um que depende de muita banda, muito barata, em todo canto, com serviços baseados em micropagamentos, para estarem disponíveis para muita gente, para que eles, os autores e intérpretes, sejam remunerados por sua participação percentual no fluxo de atenção.” (Leia matéria completa aqui).
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Eu vou ficando por aqui... Ah, por falar no assunto, apesar de todos os riscos impostos pela IFPI, amanhã tem "TOP 10"!
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Uma quinta-feira musical pra você!

16 comentários:

Cristiano Contreiras disse...

Eu acredito que seja válido a cobrança de alguns centavos pra download de mp3, pelo menos impede a amplitude da 'pirataria' que está um tanto excessiva, contudo: como teremos livre acesso às musicas? eis a questão.

CRISTIANE disse...

Eita que essa semana tá "bombando", hein!

Esse ponto de vista do livre acesso a músicas através da rádio é fantástico! Realmente, até um tempo a gente "pirateava" ligando, pedindo as músicas e gravando numa fita k-7... agora os tempos são outros, a gente faz isso pela internet e a intenção nunca foi ruim.

Outra coisa que achei legal destacar: a pirataria nas ruas é beeemmm mais nociva, está aí pra quem quiser ver e porque ninguém faz nada? Muito estranho!

Por último, ansiosa pelo "top dez"!rs...
Beijos,
Cris.

Cláudia disse...

Quinta-feiraaaaaaa!!!!

Bem...a pirataria está a solta, em tudo...são DVD´s dos mais diversos, livros baixados pela Internet, tênnis, remédios, roupas...

Esse assunto é tão complexo na minha opinião...tem o seu lado bom, tem seu lado ruim.

Mas falando da prática existem atualmente de baixar Dv´s pela Net. Acho que jpa virou uam rotina. Você quer ouvir um CD um DVD do seu artista vai na net e baixa por completo. Se deixaram chegar a esse ponto, como voltar atrás?!....difícil tarefa!!! Baixem os valores dos originais q a pirataria diminie, será q é tão fácil assim....aii aiiii..sei não....

só sei q já assisti a MUUUUITOS filmes .....kkkkkk


bjosss

Luciano Amorim disse...

Belo tema.

Cara, a lógica do capital é perversa. Qual a destinação da arte como um todo, se não a apreciação pelas pessoas? nesse sentido, a internet veio como um modelo de democratização ao acesso da arte como nunca antes. Hoje, todo mundo sabe (ou pelo menos já viu) um Monet ou um Munch em algum lugar da web.

A única lógica que existe na questão de direitos autorais é justamente essa: encher os bolsos dos executivos dos grandes conglomerados, que tomam conta das obras. É assim na pintura, na moda, e também na música.

Quem é do ramo sabe: artista nunca ganhou dinheiro com a indústria fonográfica. Lobão lançou um disco independente em banca de jornal, e faturou muito mais do que com a música "me chama", conhecido em cada beco desse país. Veja o que fazem os grandes artistas pelo mundo, eles não faturam mais com venda de CD, mas com espetáculos e outras mídias.

Li uma frase bem interessante num artigo de uma revista chamada Rolling Stone: "a indústria fonográfica mundial é um zumbi, que morreu e teima em ficar vagando, à procura de sangue novo para sobreviver".

Parafraseando Lobão, "entre a pirataria do business e a paraguaia, eu prefiro a paraguaia. Pelo menos é mais romântica".

Parabéns mais uma vez pelo tema, e desculpa pela extensão do texto (acho que completo mesmo, poucos vão ler).

Wander Veroni disse...

Oi Junior!

Sou completamente a favor da divulgação que a internet dá para as pessoas que querem divulgar os seus trabalhos.

Temos vários exemplos de artistas ou personalidades que se destacaram graças ao trabalho difundido pela web.

O que a indústria fonográfica precisa rever seriamente é como explorar o potencial comercial que a internet oferece.

Uma coisa é vc baixar uma música ou álbum para consumo pessoal. Outra coisa é baixar para vender na esquina.

O assunto é polêmico, mas se faz necessário para que todos consigamos entender os prós e contras da internet.

Abraço,

http://cafecomnoticias.blogspot.com

Wanderley Elian Lima disse...

Assunto bastante complexo, pois são duas posições diferentes. Como usuário é claro que gosto de baixar sem gastos, mas se eu fosse músico , ou compositor, como ficaria ? O ideal seria encontrar uma maneira de satisfazer ambas as partes (se é que existe).
Abração

Natival disse...

Oi gente, vim aqui a convite do Apolinário.

Bem, sou dono de um blog que compartilha arquivos em mp3 e antes disso criei uma comunidade no orkut com o mesmo intuito chamada "Acervo Digital Do Compositor". Nunca pensei no mp3 como pirataria. Penso como divulgação. Existem uma série de gravações e artistas que não chegam ao público pela TV, pelo Rádio, pelas Revistas (nem as mais cults), e penso que o mp3 entra como uma nova ferramenta de propagação. Acho que essa idéia tem de ser repensada. Eu não abro mão de comprar discos originais. Compro em torno de 20 por mês. Mas não abro mão de baixá-lo antes, pra saber se vale a pena ou não. É um direito meu. O CD original no Brasil gira em torno de 25-40 reais. Houve um tempo em que o salário mínimo era 350 e o cd girava em torno desse mesmo valor, ou seja cerca de 10% do valor total. É um investimento grande. Não dá pra privar alguém de ouvir uma música porque não comprou o cd. Cássia Eller, uma vez, disse que achava cd pirata fantástico, que o cara não pode comprar o cd original, vai no camelô, compra e não deixa de ouvir a música.
Também penso pelo ônus que o artista tem em função de um possível boicote, mas a impostação é muito alta. Não se pode punir.E não se pode medir a admiração por algum artista, por ter ou não o disco original. Eu não comprei os novos discos de Bethânia e nem pretendo comprar e não me sinto menos fã do que quem compra tudo que ela lança.
O único momento que acho sacana, o mp3 é quando um disco vaza antes de ser lançado, como ocorreu com a Ana Cañas, a CéU, o Mika, o Jamie Cullum. Mas segundo declarações deles, nem se mostraram tão incomodados, pensam assim como eu, na divulgação, no alcance. Sobre esta última situação, penso na sacanagem não de quem baixa e sim de quem disponibilizou, certamente alguém próximo, pra ter o disco antes do lançamento.

Blog: http://playlistpessoal.blogspot.com/

PS: Desculpem-me as idéias meio confusas!rsrs

Estêvão dos Anjos disse...

Não vejo o baixar como pirataria, essa visão é difundida pelas grandes mídias para defender o ponto de vista da gravadoras. Creio que a situação para o artista não mudou tanto, economicamente falando - tirando os grandes medalhoes que vendem milhões de cópias - já que a grande parte dos lucros iam para as gravadoras. Hoje os cantores passam a depender mais de seu talento nos palcos para fazer sucesso. Tanto que muitos artistas - exceto aqueles que não defendem o ponto de vista das empresas - não sao contra os downloads, em alguns casos eles servem como um abrir de portas. Peguemos o caso nem tão distante da nossa realidade: a banda Gato Zarolho. Em apenas uma semana de download disponivel mais de 100 pessoas baixaram o disco. Será que eles teriam esse número caso vendessem os cds à moda antiga? Duvido muito.

Nanda Botelho disse...

Acho que esse assunto é cheio de meandros, gosto da ideia de não pagar para ouvir uma música, é bom para mim. Mas também penso em que trabalhou por ela e quer pagar suas contas com esse trabalho.

A pirataria cria um democratização, no sentido de que mais pessoas podem ter acesso à arte, mas traz com ela uma máfia de pessoas não tão generosas assim...

Penso que todo movimento de mudança começa com bagunça, um sinal de que as coisas já não estavam boas. Depois de um tempo elas entram em equilíbrio e se acha uma solução. As pessoas vão encontrar um meio termo em que todos ganhem.

Isso, para mim é o principal.

Obrigada pelo convite achei a ideia ótima!

Bjão!

Léo Villanova disse...

No tempo em que se gravava fitas k7 pra compartilhar com os amigos, o barulho não era tão grande. A coisa se tornou incômoda por que agora o alcance desse compartilhamento das músicas que gostamos é global.
Os lucros estratosféricos aos quais a indústria da música estava acostumada, minguaram. Do outro lado, artistas que no passado estavam fadados a universo muito restrito de divulgação agora atingem a lugares do planeta que nem sabem que existe. São os dois lados da moeda.

Eu creio que é um caminho sem volta. As gravadoras e os músicos vão ter que se acostumar com a situação e procurar outro meio de lucrar.

Há um tempinho atrás publiquei um post sobre esse tema no meu blog. O endereço é esse abaixo:

http://leovillanovablog.blogspot.com/2009/09/quer-pagar-quanto.html

Abraços

Dalva disse...

Oi, Junior!

Puxa, cheguei atrasada, mas cheguei! Não podia deixar de participar desse assunto tão polêmico. Sempre houve essa forma de "pirataria"... afinal, antes da era da Internet quem não tinha suas músicas preferidas gravadas numa fita K7??? E se a Internet facilita a pirataria, é inegável que facilita também a divulgação da arte de um modo geral, seja música, filme ou literatura. Outro ponto que também é importante frisar é o alto custo de um DVD e de um CD original... concordo que, se os preços baixassem um pouco, a pirataria diminuiria. E por aí vamos... sempre com muita polêmica!

Um beijo, e um final de semana bem legal procê!

Weslley Fontenele disse...

Olá, Apolinário!
Essa é uma questão polêmica. Eu sou a favor da disponibilização de músicas para download. Afinal, quem pode pagar o preço alto que as gravadoras cobram?! Eu não posso... Mas ao mesmo tempo penso nos cantores, pois eles se prejudicam quando as pessoas não compram seus CDs. E olha que quando compram, são os piratas! Abraço!

Weslley Fontenele > http://escultordehistorias.blogspot.com/

Guilherme Ramos disse...

Jr.,

Básico e simples: quem nunca gravou uma fita k-7 (super anos 80...) com seus sucessos favoritos? Pois é. Uma de minhas maiores frustrações foi justamente essa. Eu gravava, mas... tinha que ter a sorte dela passar no rádio e o radialista não cortar ela no meio pra fazer algum comentário. E assim foi... anos e anos buscando a 'coletânea áurea' do rock, MPB, slow rock etc. e tal. Não consegui. Bem, daí, duas décadas se passam e posso fazer isso em minutos (só depende da velocidade do link de internet...). É, os tempos mudaram. Mas (meus e de todos) os desejos continuam.

É justo que alguém possa, ao menos, saciar algo simples como a canção que toca seu coração. É o que acho. Simples assim. Liberdade de escolha, igualdade de desejos... fraternidade de opções.

Por isso concordo com o que vi num site (ótimo): “Pirataria é crime! Original é roubo. Compartilhar é ‘legal’.” (grifo meu). Percebam o duplo sentido (em tudo), tá?

Tenho coleções inteiras de trilhas sonoras em mp3 por um simples motivo: gosto delas e não encontro originais no mercado fonográfico. Daí, quando chegam, custam (graças ao impostos ‘impostos’ pela União) 5 vezes (ou mais) mais que o original importado. O que faço? Simples: uso e abuso do mp3 e, quando baixam de preço, compro o CD original. Simples Assim também. Música boa mesmo (desse tipo) não vende aqui. Daí, cai o preço. Assim, tenho acesso. Triste, não? Preciso esperar o mercado local desvalorizar (olha o duplo sentido novamente...) algo ‘sem preço’, pra poder saciar uma paixão. É, há males que vêm para o bem... Ainda bem.

E tenho dito.

Abração!

Jussanã Gomes disse...

Vejo, que a música tem que ser livre, as gravadoras não conseguem renovar sua forna de trabalhar, cobram um preço absurdo pela venda de cds sabendo que nem 30 % disso vai pro artista 40% do lucro da vendagem de cd fica para propria gravadora. Não se compara o que um determinado cantor ganha em 10 shows se ele vender 100 mil cds (se esse show dele for 100 MIL $) . Vejo que é muito caro o preço cobrado por um cd, num país onde o salário minímo é de 360 $ tirar 20 reais para compra de CD ou 40 por um DVD, é quase impossível. O download serve para divulgar o trabalho de um cantor, não deve ser considerado como pirataria nem como crime, pois não está sendo cobrado pelo material baixado. "Para as gravadoras é difícil perder o monopólio da musical, sendo que esse concorrente não se chama download, e sim ouvinte". (É isso que penso, até mais)

José Renan disse...

Disponibilizar músicas pela internet é válido, pelo alto valor financeiro do CD, porque é caro mesmo, devido à vários fatores que são: distribuição, carga tributária, designi, enfim uma gama de fatores que fazem o produto final(CD), ficar caro, mesmo sendo cultura. Infelizmente o CD se torna ainda um produto superfúlo. A internet democratiza a divulgação e acesso a muitos usuários(as), esses baixam o/ou os trabalhos do ou dos artistas preferidos, no entanto, revender esse material, torna a pirataria uma vilã para a industria fonografica. Baixar a música ou as músicas no Mp3 particular é aceitável, revender não concordo.

ZheG disse...

Pirataria??

Antes, este nome era dado as gravações de LPs não oficiais, hoje chamados de Bootlegs, se quizer saber mais sobre o assunto leia aqui http://pt.wikipedia.org/wiki/Bootleg

Sempre fui adepto do "troca troca" musical. Fazia cópia das "fitinhas", mesmo gravadas do rádio, como o Apolinário colocou, e trocava com amigos por outras que não tinha.
Depois vieram os CDs, que a princípio tb eram passados pra fitinha, até pra fazer trilha de teatro. Logo veio o gravador de CDs depois o de DVDs e ai a farra entre amigos estava feita e com mais qualidade de som e imagem.
Ah sim, em relação aos vídeos temos os VHSs que seguiu o mesmo caminho.

Hoje temos a internet que facilita esta troca de materiais e subiu bastante o nº de amigos dispostos a fazer o mesmo.
No meu Blog, Phoco Musical, disponibilizo discografias e shows que não se encontra muito fácil em lojas, se fosse comprar mesmo em Mídia oficial, e se achar é com aquele precinho.
Também aproveito a net pra achar aquelas peças raras que nunca encontraria de outra forma.

Então me diz, onde está a pirataria? no sentido direto da palavra...

Abraços...
ZheG

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